terça-feira, 22 de maio de 2018
terça-feira, 13 de março de 2012
TESTE 15 DE MARÇO
MATRIZ DO TESTE
CONTEÚDOS
- O desafio céptico (manual, pág. 138, 139 e 141):
- A resposta cartesiana (manual, pág.143 a 151 e blogue);
- A teoria do conhecimento de Hume (manual, pág.153 a 164 e blogue).
ESTRUTURA
- Questões V/F sobre a matéria referida em cima;
- Questões de escolha múltipla sobre a mesma matéria,
- Questões de correspondência de conceitos sobre a mesma matéria,
- Questões de identificação e reconstrução de problemas, teses e argumentos filosóficos sobre Hume ou Descartes;
- Questões directas sobre conceitos fundamentais de Descartes e Hume,
- Tema de desenvolvimento envolvendo comparação de questões, teses e argumentos defendidos por Descartes e Hume.
CONTEÚDOS
- O desafio céptico (manual, pág. 138, 139 e 141):
- A resposta cartesiana (manual, pág.143 a 151 e blogue);
- A teoria do conhecimento de Hume (manual, pág.153 a 164 e blogue).
ESTRUTURA
- Questões V/F sobre a matéria referida em cima;
- Questões de escolha múltipla sobre a mesma matéria,
- Questões de correspondência de conceitos sobre a mesma matéria,
- Questões de identificação e reconstrução de problemas, teses e argumentos filosóficos sobre Hume ou Descartes;
- Questões directas sobre conceitos fundamentais de Descartes e Hume,
- Tema de desenvolvimento envolvendo comparação de questões, teses e argumentos defendidos por Descartes e Hume.
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
TESTE DE 16 DE FEVEREIRO 2012
A matéria para o teste de 16 de fevereiro é a seguinte:
-Argumentação e Retórica (blogue - Argumentação, Verdade e Ser - e e-mail da turma);
-Persuasão e Manipulação (blogue e pág. 104);
-Estrutura do ato de conhecer: o sujeito e o objeto de conhecimento (caderno e pág.111);
-Os tipos de conhecimento (pág.112);
-Os elementos constitutivos do conhecimento/definição tradicional de conhecimento de Platão e os contra-exemplos à teoria de Platão apresentados por Gettier (caderno, blogue e pág. 115 a 123).
A estrutura do teste será a seguinte:
- questões de verdadeiro/falso sobre toda a matéria indicada;
- questões de escolha múltipla sobre toda a matéria indicada;
- questões para identificar e formular problemas, teses e argumentos filosóficos;
- questões de resposta objetiva sobre os primeiros quatro pontos apresentados;
- tema de desenvolvimento sobre o último ponto apresentado.
BOM ESTUDO!
-Argumentação e Retórica (blogue - Argumentação, Verdade e Ser - e e-mail da turma);
-Persuasão e Manipulação (blogue e pág. 104);
-Estrutura do ato de conhecer: o sujeito e o objeto de conhecimento (caderno e pág.111);
-Os tipos de conhecimento (pág.112);
-Os elementos constitutivos do conhecimento/definição tradicional de conhecimento de Platão e os contra-exemplos à teoria de Platão apresentados por Gettier (caderno, blogue e pág. 115 a 123).
A estrutura do teste será a seguinte:
- questões de verdadeiro/falso sobre toda a matéria indicada;
- questões de escolha múltipla sobre toda a matéria indicada;
- questões para identificar e formular problemas, teses e argumentos filosóficos;
- questões de resposta objetiva sobre os primeiros quatro pontos apresentados;
- tema de desenvolvimento sobre o último ponto apresentado.
BOM ESTUDO!
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
ETHOS, PATHOS E LOGOS
Aristóteles e a Argumentação
Na sua obra sobre retórica, Aristóteles distinguiu três formas de argumentação:
- argumentação baseada no caráter do orador (ethos);
- argumentação baseada no estado emocional do auditório (pathos);
- argumentação baseada nos argumentos propriamente ditos (logos).
Eis como Aristóteles, na sua obra Retórica, explica esta distinção:
Os argumentos convincentes fornecidos através do discurso são de três espécies: 1) Alguns fundam-se no caráter de quem fala; 2) alguns, na condição de quem ouve; 3) alguns, no próprio discurso, através da prova ou aparência de prova.
Os argumentos são abonados pelo caráter sempre que o discurso é apresentado de forma a fazer quem fala merecer a nossa confiança. Pois temos mais confiança, e temo-la com maior prontidão, em pessoas decentes (...). Isto, contudo, tem de resultar do próprio discurso, e não das perspetivas prévias do auditório quanto ao caráter do orador. A convicção é assegurada através dos ouvintes sempre que o discurso desperta neles alguma emoção. pois não damos os mesmos veredictos quando sentimos angústia e quando sentimos alegria, ou quando estamos numa disposição favorável e numa disposição hostil (...).
as pessoas são convencidas pelo próprio discurso sempre que provamos o que é verdade a partir de seja o que for que é convincente em cada tópico.
Podemos agora debruçar-nos sobre cada um dos tipos de argumentação, usados por todo aquele que pretende convencer um auditório. Tais argumentos são os que podem ser preparados pelo orador.
ETHOS
Ethos é o tipo de argumentação centrada na pessoa do orador. A persuasão é obtida quando o discurso é proferido de maneira a deixar no auditório a impressão de que o caráter do orador o torna digno de fé, confiança e credibilidade. Para Aristóteles, o orador é simbolizado pelo ethos: a sua credibilidade assenta na sua honorabilidade, na sua virtude, em suma, no seu caráter e na confiança que nele se deposita. Se colocamos a tónica no ethos, o papel do orador é determinante na retórica.
Sempre que um orador pretende persuadir um auditório, tem possibilidades de usar diferentes meios de persuasão. Uma argumentação baseada no ethos ocorre quando o próprio discurso (e não, por exemplo, a aparência física) causa no auditório a impressão de que o orador é digno de confiança. Para inspirar confiança, o orador deve revelar inteligência prática, um caráter virtuoso e boa vontade. Se conseguir tais objetivos terá mais probabilidades de persuadir um auditório. O ethos é, pois, o tipo de argumentação em que o discurso do orador põe em destaque as virtudes do seu caráter. O discurso valoriza o caráter moral do orador, o que torna mais provável que o auditório venha a ser seduzido e adira às teses do orador. É, em grande parte, por ficar convencido das virtudes e do caráter moral do orador que o auditório adere às ideias do orador, sendo o discurso, e não qualquer outro facto, que realça as qualidades humanas do orador. Se as virtudes do orador não forem acompanhadas por argumentos adequados, pode-se chegar à manipulação.PATHOS
A argumentação pode basear-se no estado emocional do auditório. Neste caso, a argumentação funda-se no pathos. Trata-se de tentar obter a persuasão usando o discurso para suscitar no auditório sentimentos favoráveis à receção da tese que se quer transmitir. O discurso apela aos sentimentos e emoções dos ouvintes, impressionando-os, de modo a que eles adiram mais facilmente às teses do orador. Quando se argumenta por via das emoções elabora-se uma argumentação baseada no pathos, deixando, deste modo, no auditório um estado de espírito favorável à aceitação das ideias do orador. Este tipo de argumentação é centrado no auditório e, assim, o emissor deverá ser capaz de produzir um discurso que empolgue e impressione os ouvintes, que mobilize os seus sentimentos e emoções (alegria, tristeza, orgulho, desejo, etc.). Mesmo oradores com bons argumentos podem ter que se apoiar nas emoções do auditório para suscitar adesão. No entanto, se dermos ao pathos toda a ênfase poderemos cair numa retórica de manipulação.
LOGOS
Ao tipo de argumentação que valoriza os próprios argumentos dá-se o nome de logos. Neste caso, obtém-se a persuasão através de argumentos que levam o auditório a acreditar que a perspetiva do orador é correta. O logos é, portanto, o tipo de argumentação centrado na tese e nos argumentos, devendo apresentar-se bem estruturado do ponto de vista lógico-argumentativo. A argumentação, neste caso, deverá ser bem clara e compreensível. O logos está, pois, ligado à dimensão da linguagem e à importância das palavras, do seu rigor e coerência. Assim, é pelo discurso e pelos argumentos que se tenta valorizar uma tese e se procura a adesão dos ouvintes. Para Aristóteles, o logos é o tipo de argumentação mais apropriado, embora os outros possam ter também a sua importância. O logos é, pode dizer-se, o tipo de argumentação mais objetivo, pois o discurso deve obedecer a uma racionalidade lógica e possuir rigor. Mas também é possível que o discurso possa ser ornamentado e de caráter mais literário, recorrendo o orador ao uso de figuras de estilo, por exemplo. Contudo, se dermos ênfase ao logos teremos uma visão lógica e linguística da retórica.
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
DICAS PARA O TESTE
Teste de Filosofia - 5 de dezembro de 2011
Manual: página 85 a 97.
Estrutura do teste:
-questões de verdadeiro ou falso;
-questões de escolha múltipla;
-questões de resposta direta e de indicação de problema, tese e argumentos filosóficos;
-tema de desenvolvimento: os argumentos não dedutivos (indução, analogia e autoridade) e respetivas regras e falácias.
Matéria:
-argumentos não dedutivos (manual e blogue);
-falácias informais (manual e caderno);
-distinção entre argumentação e demonstração (caderno);
-construção de silogismos (matéria lecionada).
Manual: página 85 a 97.
Estrutura do teste:
-questões de verdadeiro ou falso;
-questões de escolha múltipla;
-questões de resposta direta e de indicação de problema, tese e argumentos filosóficos;
-tema de desenvolvimento: os argumentos não dedutivos (indução, analogia e autoridade) e respetivas regras e falácias.
Matéria:
-argumentos não dedutivos (manual e blogue);
-falácias informais (manual e caderno);
-distinção entre argumentação e demonstração (caderno);
-construção de silogismos (matéria lecionada).
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
QUESTIONÁRIO - LÓGICA FORMAL
1 - Define conceito.
2 - Define termo.
3 - Define juízo.
4 - Define proposição.
5 -Quanto à qualidade, que juízos podemos ter?
6 - Quanto à quantidade, que juízos existem?
7 - Apresenta a constituição do juízo.
8 - Define raciocínio.
9 - Define argumento.
10 - Qual o nome dos termos e das proposições que fazem parte do argumento?
11 - Como se chama o tipo de raciocínio dedutivo que vamos estudar?
12 - Que podemos dizer acerca do termo médio?
13 - Onde é que o sujeito está distribuído?
14 - Em que proposições está o predicado distribuído?
15 - Apresenta a constituição das premissas.
segunda-feira, 19 de julho de 2010
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